Geografia dos Incêndios em Espaços Silvestres de Montanha: o caso da Serra da Cabreira

Parceiro: Fundação Calouste Gulbenkian
Modelo: Geografia dos Incêndios em Espaços Silvestres de Montanha
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Este livro, baseado na tese de doutoramento do autor, apresenta a investigação desenvolvida em torno da problemática dos incêndios florestais em áreas montanhosas, uma questão nuclear na área da geografia e do planeamento de espaços silvestres.

A primeira parte desta obra, de cariz teórico, resulta de uma exaustiva revisão bibliográfica, e visa estabelecer o "estado da arte" sobre os espaços silvestres em áreas montanhosas. Ainda nessa primeira parte, e numa perspectiva geográfica, procedemos à caracterização geral dos espaços silvestres em Portugal, do Noroeste português e da serra da Cabreira, variando a escala de análise e o pormenor dessa mesma análise.

Na parte empírica do trabalho, a geografia dos incêndios florestais, a segunda, procurou-se uma leitura geográfica da malha de efeitos, complexos e globalizantes, que as políticas que foram delineadas na primeira metade do século XX, e as que têm vindo a ser definidas, quase aleatoriamente, em especial nas últimas décadas, têm induzido no sector, no espaço florestal e nos processos que lhe estão associados. Para tal, utilizou-se uma abordagem geográfica no estudo dos incêndios florestais nos concelhos de Viera do Minho e Cabeceiras de Basto, procedendo-¬se à sua exaustiva análise, sempre com recurso à cartografia, privilegiando-se assim, fortemente a componente espacial.

Em termos gerais, pode dizer-se que se verifica ser necessária e urgente uma política nacional para as áreas de montanha que permita a inversão da situação vivida nas últimas quatro décadas, respeitando e valorizando a especificidade destes territórios.

A gestão sustentável das florestas de montanha tem custos muito elevados, no entanto justificados pela importância social e económica dos bens e serviços fornecidos. A especificidade das florestas de montanha existe e, tal como para as montanhas urge a necessidade uma estratégia/política nacional que promova a sua sustentabilidade. Todas estas estratégias deverão fazer parte de uma visão mais abrangente, para a totalidade do território português, que tem sido planeado não como um todo, mas como um conjunto de partes independentes, no âmbito do ordenamento do território. Isso terá que passar por uma política florestal pró-activa, coerente e com continuidade, paralelamente a uma aposta séria na formação e na educação, privilegiando neste domínio a educação florestal no âmbito da educação ambiental, e esta, por sua vez inserida na educação cívica. É imprescindível igualmente apostar na ciência e tecnologia como suporte das políticas e, atendendo à heterogeneidade do território nacional, dotar os decisores locais e regionais de ferramentas devidamente adaptadas a cada realidade, de apoio à decisão.


Características do Livro:

Autoria: António José Bento Gonçalves

Editora: Fundação Calouste Gulbenkian

Ano: 2011

Tipo de capa: mole

Número de páginas: XLII, 545, [2] p., il. color.

Dimensões: 23 cm x 15,7 cm

Peso: 0,900 kg

Idioma: Português

 

Tempo médio de envio: 5 dias

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