Geoestatística para as Ciências da Terra e do Ambiente

Parceiro: IST Press
Modelo: Geoestatística para as Ciências da Terra e do Ambiente
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Características do Livro:

Descrição:

A "Geoestatística para as Ciências da Terra e do Ambiente" é hoje uma referência obrigatória em língua portuguesa, do ensino da Geoestatística. Trata-se de um texto que aborda desde os princípios básicos da caracterização espacial de fenómenos físicos de recursos naturais, através dos instrumentos fundamentais da Geoestatística, até aos conceitos mais avançados de caracterização da incerteza espacial e risco através de modelos de simulação estocástica. São instrumentos e métodos fundamentais para a avaliação do risco em aplicações ambientais, avaliação de reservas minerais e para a caracterização de reservatórios petrolíferos.

O autor apresenta-nos um texto focando métodos de descrição de variabilidade espacial de recursos naturais e parâmetros ambientais. Este programa justifica sem dúvida a organização de um livro, tanto num panorama nacional como até internacional. A obra está elaborada com sentido pedagógico, seguindo uma organização padrão Introdução - Técnicas Básicas - Tópicos de complexidade crescente, pontuada com exemplos. Algumas ilustrações amenizam a leitura e são relevantes para o esclarecimento do leitor.

Ricardo Aguiar
Investigador no Laboratório Nacional de Energia e Geologia


Índice:

1 INTRODUÇÃO
1.1 A Geoestatística: Objecto e Evolução
1.2 Organização do Livro

2 A ABORDAGEM GEOESTATÍSTICA NA MODELIZAÇÃO DE FENÓMENOS ESPACIAIS
2.1 Os Modelos nas Ciências da Terra
2.2 Modelos Deterministas de Inferência Espacial
2.3 Modelos Geoestatísticos
2.3.1 Variável aleatória
2.3.2 Função aleatória estacionária
2.3.3 Estacionariedade do variograma e da covariância espacial
2.4 Os Modelos e a Realidade

3 ANÁLISE DA CONTINUIDADE ESPACIAL
3.1 O Elemento Estruturante Biponto
3.2 Variograma e Covariância
3.2.1 Estimadores do variograma e covariância
3.2.2 Enviesamento do estimador da covariância centrada
3.3 Representatividade Espacial do Variograma
3.4 Continuidade Espacial de Sistemas Multivariados
3.5 Modelos de Variogramas
3.5.1 Ajustamento por uma curva média e representativa
3.5.2 Condição de positividade dos modelos
3.5.3 Modelos teóricos de variogramas
3.5.4 Combinação linear de modelos: estruturas imbricadas
3.5.5 “Efeito de pepita”
3.5.6 Modelos de anisotropia
3.5.7 Transformadas estruturais
3.5.8 Efeito proporcional
3.6 Modelos de Co-Regionalização de Sistemas Multivariados
3.7 Análise da Continuidade Espacial: Prática de Variogra€a
3.7.1 Construção do variograma experimental
3.7.2 Escolha dos modelos teóricos de variogramas
3.7.3 Validação cruzada (cross validation)
3.7.4 Quase-estacionariedade

4 ESTIMAÇÃO GEOESTATÍSTICA
4.1 Estimação Linear
4.2 Modelo Probabilístico do Estimador Linear Geoestatístico
4.3 Estimador Linear Geoestatístico: Krigagem
4.3.1 Resolução do sistema de equações de krigagem
4.3.2 Representação dual do sistema de krigagem

4.3.3 Algumas considerações sobre o estimador de krigagem
4.4 Krigagem da Média em Áreas Locais
4.5 Estimação Linear de Fenómenos Não-Estacionários
4.5.1 Krigagem simples
4.5.2 Krigagem com modelo de deriva (krigagem universal)
4.5.3 Krigagem com deriva externa
4.6 Prática de Krigagem
4.6.1 O estimador de krigagem: um “BLUE” ou um modelo da realidade
4.6.2 Situações típicas da prática de krigagem
4.6.3 Notas sobre a prática de krigagem
4.7 Estimação Linear com Variáveis Auxiliares
4.7.1 Co-krigagem
4.7.2 Co-estimação com amostras sobreabundantes da variável auxiliar: co-krigagem co-localizada
4.7.3 Exemplos de co-estimação: co-krigagem e co-krigagem co-localizada

5 ESTIMAÇÃO DE VALORES EXTREMOS E DA INCERTEZA LOCAL DE RECURSOS NATURAIS
5.1 Valores Extremos de Recursos Naturais
5.2 Atenuação do Estimador de Krigagem
5.3 Estimação dos Valores Extremos de Uma Distribuição
5.3.1 Formalismo da indicatriz
5.3.2 Krigagem normal da indicatriz
5.3.3 Krigagem simples da indicatriz
5.3.4 Estimação de Iz (x) numa área local v
5.3.5 Relações de ordem da krigagem da indicatriz
5.3.6 Formalismo multiGaussiano
5.3.7 Vantagens e inconvenientes da krigagem da indicatriz e multiGaussiana
5.4 Acesso à Incerteza da Estimação
5.4.1 Mapas de valores médios
5.4.2 Mapas de risco
5.4.3 Mapas de custos mínimos de má classificação
5.4.4 Funções de recuperação de recursos naturais

6 MORFOLOGIA GEOESTATÍSTICA
6.1 Modelos Geoestatísticos de Variáveis Categóricas
6.2 Medidas de Continuidade Morfológica
6.2.1 Estruturas bifásicas
6.2.2 Estruturas multifásicas
6.2.3 Exemplos da prática de análise de estruturas de continuidade morfológica
6.3 Krigagem Morfológica
6.3.1 Estruturas bifásicas
6.3.2 Zonas de incerteza morfológica
6.3.3 Exemplos de estimação morfológica
6.3.4 Incorporação de informação morfológica local no processo de estimação
6.3.5 Estimação de estruturas multifásicas
6.3.6 Classificação dos mapas probabilísticos em mapas morfológicos multifásicos
6.3.7 Sistemas mistos
6.3.8 Exemplo de estimação multifásica
6.3.9 Outras abordagens de estimação de corpos multifásicos

7 SIMULAÇÃO ESTOCÁSTICA DE PROCESSOS ESPACIAIS NAS CIÊNCIAS DA TERRA E DO AMBIENTE
7.1 Simulação de Processos Espaciais: Formalismo Geoestatístico
7.1.1 Incerteza local e incerteza espacial
7.1.2 Simulação e estimação
7.2 Modelos de Simulação Geoestatística
7.2.1 Objectivos da simulação
7.2.2 Modelos de simulação sequencial. Descrição geral
7.3 Simulação Sequencial
7.3.1 Simulação sequencial da indicatriz
7.3.2 Simulação sequencial Gaussiana
7.3.3 Prática da simulação sequencial
7.4 Simulação e Co-simulação Sequencial Directa
7.4.1 Simulação Sequencial Directa
7.4.2 Co-Simulação Sequencial Directa
7.4.3 Exemplos de Simulação e Co-simulação Sequencial Directa
7.5 Simulação com Condicionamento Independente
7.6 Modelos Geoestatísticos de Simulação de Variáveis Categóricas — Simulação Morfológica
7.6.1 Simulação da forma de corpos de fenómenos espaciais
7.6.2 Simulação sequencial da indicatriz com correcção de probabilidades locais
7.6.3 Simulação morfológica de sistemas multifásicos
7.6.4 Pós-processamento por simulated annealing
7.6.5 Simulação morfológica condicionada às anisotropias locais
7.7 Análise dos Modelos de Simulação Estocástica
7.7.1 Utilização dos modelos de simulação para uma visualização “impressionista”dos fenómenos espaciais
7.7.2 Os modelos de simulação como instrumento de acesso à incerteza
7.7.3 Análise dos diferentes modelos de simulação

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Outras:

Autoria: Amílcar Soares

Editora: IST Press

Ano: 2014 (3ª edição)

Número de páginas: 232

Idioma: Português

Dimensões: 25,5 cm x 16,9 cm x 2 cm

Peso: 502 g
 

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