Características do Livro:

Sinopse:

Da autoria do fotógrafo de Natureza Carlos Rio, “Aves Necrófagas da Península Ibérica”, é um belo livro com 128 páginas e 123 fotografias deslumbrantes das quatro espécies de Abutres que ocorrem na Península Ibérica, bem como dos ecossistemas que habitam e de algumas outras espécies que os partilham com elas.

Carlos Rio vinha forjando este novo trabalho nos dois últimos anos (2015 e 2016), percorrendo as regiões do Douro Internacional e Tejo Internacional, em Portugal, e os Pirinéus, em Espanha, em busca dos Abutres da Península Ibérica, reunindo material fotográfico para editar o seu novo livro: "Aves necófragas da Península Ibérica".

Este livro mostra as 4 espécies de Abutres em estado selvagem e nos seus habitats de paisagens deslumbrantes, e fala sobre o seu estatuto de conservação na Península e sobre os seus comportamentos: a sua alimentação, os voos, os bandos, as lutas, os locais, os ecossistemas e os projectos de conservação que os acompanham.

Sugerimos a visualização de um breve vídeo de apresentação desta bela obra aqui:
https://player.vimeo.com/video/195854313

Carlos Rio, para além de fotógrafo de Natureza, é também Coordenador do Grupo de Trabalho de Fotografia de Natureza, do Ambiente e Documental da Associação Quercus.


Damos a palavra ao autor na apresentação da sua obra:

"Foi em Portugal que vi o primeiro Abutre em liberdade!

Não tinha a ideia do tamanho do Grifo (Gyps fulvus) e foi no Tejo Internacional, na região de Segura, que tive essa feliz oportunidade. Aquelas aves enormes a saírem dos ninhos instalados nos penhascos e aproveitarem o aquecimento das massas de ar para começarem a ganhar altitude praticamente sem bater as asas, foi uma imagem que, para além de ficar registada fotograficamente, ficou também bem guardada na minha cabeça!

Este primeiro contacto com um dos Abutres que ocorrem em Portugal despertou-me o interesse por estas aves e pelos seus habitats.

Mais tarde, numa visita à Reserva da Faia Brava, em Figueira de Castelo Rodrigo, a emoção foi ainda mais forte! Aqui, para além do Grifo, foi a satisfação de ver pela primeira vez o Abutre-do-Egipto ou Britango (Neophron percnopterus).
As dezenas de Grifos a “caírem “do céu, o frenesim próprio das lutas pelo alimento, os sons, os cheiros... Foram momentos excecionais que, nessa altura, não sabia ser possível observar em Portugal!

Feitas algumas viagens, nos anos de 2015 e 2016, a diferentes regiões de Espanha, tive a oportunidade de ver e fotografar os restantes dois Abutres da Península Ibérica: o Abutre-preto (Aegypius monachus), que até então ainda não tinha observado em Portugal, e o belíssimo Quebra-ossos (Gypaetus barbatus).

O que pretendo com este trabalho, para além de partilhar as emoções que senti ao fazer estas fotografias, é mostrar a beleza destes magníficos animais e chamar a atenção para a sua conservação.

Estas aves são em grande medida as responsáveis pela higienização dos ecossistemas que são os seus habitats, eliminando ou diminuindo a possibilidade de contaminações ao alimentarem-se das carcaças de animais que morrem nesses espaços naturais.
Alvos de envenenamentos e de desaparecimento de habitat, entre outras causas, é urgente lutar pela sua preservação apesar de já existirem alguns projetos de conservação com algum sucesso.

Nos habitats destas grandes aves as possibilidades de se observarem e fotografarem outras espécies são enormes. Nas deslocações em busca dos Abutres ou enquanto se espera em abrigo, vão surgindo oportunidades para se fotografarem outras aves e, com sorte, alguns mamíferos! Para mostrar a riqueza desses espaços naturais e selvagens também aqui mostro fotografias de outras espécies.

A Península Ibérica mantém grande parte das populações de aves necrófagas da União Europeia e, em Portugal, pelo menos duas destas aves, o Grifo e o Abutre-do-Egipto, podem-se observar com facilidade enquanto se faz um piquenique, por exemplo no miradouro do Penedo Durão, sobre o Rio Douro, perto de Freixo de Espada à Cinta! Portanto, em local acessível e sem criar stress sobre as aves.

Desejo que todas estas fotografias, feitas na Natureza e em ambiente selvagem, despertem o interesse por estes quatro magníficos e que, simultaneamente, ao verem estas imagens desfrutem tanto como eu desfrutei ao fazê-las."

 
Outras:

Editora: Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza

Ano: 2016

Formato: 26cm x 25cm

Capa: dura

Idioma: Português

 

Tempo médio de envio: 5 dias

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